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Rev. ter. ocup ; 32(1-3): e205240, jan.-dez. 2021-2022.
Artigo em Inglês, Português | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1418637

RESUMO

Objetivo: O estudo analisa como os profissionais da rede pública de saúde de doze municípios do Estado de São Paulo, Brasil - atribuem sentidos à "deficiência". Método: Foram realizadas 121 entrevistas semi-estruturadas, em 63 serviços. Os profissionais responderam a pergunta: Para você o que é deficiência/incapacidade? Os depoimentos foram organizados em núcleos temáticos e interpretados sob a perspectiva sócio histórica. Resultados: Constatou-se que predomina uma compreensão preconceituosa, assistencialista e paternalista sobre a deficiência. Observou-se nos depoimentos uma hesitação entre os sentidos atribuídos à deficiência e incapacidade, com abordagens reducionistas pautadas em paradigmas organicistas e/ou calcadas no senso comum. Não houve depoimentos que explicitassem conceitos de deficiência na perspectiva do modelo social de deficiência. Conclusão: É essencial que os serviços de saúde promovam espaços de reflexão entre profissionais sobre seus valores e sentidos que atribuem à deficiência e à prática assistencial, o que pode contribuir para a transformação cultural dos sentidos atribuídos ao fenômeno da deficiência e para o acesso aos bens de saúde


Objective: The study analyzes how professionals from the public health network in twelve municipalities in the State of São Paulo, Brazil - attribute meanings to "disability". Method: 121 semi-structured interviews were carried out in 63 services. The professionals answered the question: For you, what is disability? The testimonies were organized into thematic nuclei and interpreted from a sociohistorical perspective. Results: It was found that a prejudiced, charity and paternalistic understanding of disability prevails. A hesitation between the meanings attributed to disability and incapacity was observed in the testimonies, with reductionist approaches based on organicist paradigms and/or grounded in common sense. There were no statements that explained the concepts of disability from the perspective of the social model of disability. Conclusion: It is essential that health services promote spaces for reflection among professionals about their values and meanings they attribute to disability and care practice, which can contribute to the cultural transformation of the meanings attributed to the phenomenon of disability and to access to goods of health

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